CAOSMOPOLITA (2005-2009) Situa-se na fronteira entre o teatro físico, o teatro performático contemporâneo e o teatro-dança. O caos urbano em que vivemos, de corpo e alma, é o ponto de partida do espetáculo, mas sabemos que, o que vemos nas ruas, o que está à mostra, é apenas uma parte da vida dos habitantes da urbe polifônica, a outra parte está por dentro dos habitantes. Partindo do corpo como pedra de toque, trabalhamos: gestos, posturas e enlaces, atuando sobre as […]
ATRAVESSANDO O TEMPO (2004-2005) “Atravessando o Tempo” trata de questões ligadas ao tempo, à terra, e ao ser. Uma voz em defesa dos que perderam a terra, boa parte da identidade cultural, os parentes, os mitos, os ritos, pela força brutal da colonização cultural-religiosa-social-política. São três recortes do tempo: o tempo do sol, da lua, e da grande mãe; o tempo da guerra, da correria e do cativeiro; o novo tempo, tempo de luta e resistência de um povo que […]
MULHERES (1993-1994) Mulheres fala do princípio feminino, a receptividade, a fecundação. A Grande Mãe. A Terra mãe. As deusas cultuadas pela humanidade desde o paleolítico, passando pelo neolítico, a grande mãe, a força da mulher. Arquétipos e mitos femininos, as diversas faces da deusa, os ritos à deusa, à terra mãe, à deusa-mãe. A força da mulher. Mulheres focou nos arquétipos femininos a mãe, a guerreira, a feiticeira (bruxa), a caçadora, a sedutora, etc. Os textos dramatúrgico foi criado por […]
SIGNOSÍMBOLOSÍCONES (1991-1993) Antes de ser performance, SIGNOSIMBOLOSÍCONES, foi pensada como exposição fotográfica de pessoas que se identificavam com o trabalho do grupo. SIGNOSIMBOLOSÍCONES é um teatro de imagem, uma paisagem humana, uma mixagem de personas vindas de trabalhos anteriores do grupo, como “Teia”, “Trajetória”, “Labirinto” e “Necrófilo”, em Signosimbolosícones se encontram a Derreada, a Perseguida, a Estátua e a Voz, todas elas multifaces de uma só face. “Nas investigações dos signos que envolvem o homem, o grupo performático Totem, vem […]
O espetáculo Ele, Artaud! estreia em 1997. Para o seu de teatro performático ritualístico, o grupo partiu de fragmentos de textos de Artaud, que descortinam seu pensamento, ressignificando-os em sons, gestos, danças, imagens, ritual… Como ele propôs, buscou-se um teatro mágico. Não voltado para o olho ou o intelecto, mas para “os mais misteriosos recessos do coração”.
