“E Por Falar em Descobrimento…” vem da exposição “Anotações de Viagem: uma visão sobre o descobrimento”, de Flávio Gadêlha. Os sons da floresta invadem a galeria, e Lau Veríssimo, em retomada ancestral, coloca em si símbolos indígenas, pinta-se com urucum, pega a maraca, entra em “transe”, viaja às origens, e dança um toré. Ao final, todos dançam, desbotando o verniz colonizador do ‘descobrimento’, afirmando que o Brasil é terra indígena.